segunda-feira, 30 de julho de 2012

Lago da Constança ou Bodensee: o terceiro maior lago europeu entre Alemanha, Áustria e Suíça

Lago de Constança

Como curtir o verão em águas alemãs, suíças e austríacas.

(Texto originalmente publicado na revista Viaje Mais! Jul. 2012)

Tour de barco, atividades náuticas e festivais agitam as cidades às margens do terceiro maior lago europeu, onde não faltam castelos e igrejas medievais, jardins exuberantes e até voos de zepelim

Algumas pessoas lêem jornais e livros a bordo de pequenos barcos ou lanchas estacionados na beira de um lago. Águas que também são um point para pais e filhos, que se divertem nos pedalinhos. Turistas e moradores, sem que se possa definir direito quem é quem, tomam sol juntos, entre as árvores, enquanto crianças correm pelos canteiros floridos. É um típico dia de verão às margens do Lago de Constança (Bodensee, em alemão), o terceiro maior da Europa e compartilhado por Suíça, Alemanha e Áustria. A paisagem da região, no entanto, é ainda mais primorosa do que esse agradável panorama faz supor: ao fundo, ela se completa com os Alpes, cujos picos, que permanecem brancos de neve mesmo no verão, contrastam com os coloridos barcos a vela. 

O complemento perfeito para esses aguardados dias de sol e curtição nas águas do Constança é se sentar, ao entardecer, à mesa dos cafés e restaurantes às margens. Os estabelecimentos ficam lotados de pessoas que apreciam o lago enquanto bebericam vinho, cerveja e o popular drinque Aperol Sprizz, feito com prosecco, soda e Aperol, bebida de origem italiana cujo gosto lembra o do Campari. É mais ou menos assim o fim do dia em qualquer cidade à beira deste lago cortado pelo Reno, que, alem do terceiro maior do Velho Continente, ainda ostenta outros superlativos: ele também é o maior lago da Alemanha e dono da maior fonte de água potável da Europa Central. Dos seus 273 Km de margem, 72 km pertencem à Suíça (ao Cantão de Thurgau), 28 km à Áustria (ao Estado de Vorarlberg) e 173 km à Alemanha (Baviera e Baden-Württember).
Por conta da proximidade, dá para tomar café da manhã em um país e almoçar em outro. Há também quem faça todo o percurso de bicicleta, mas para quem não está assim tão em forma, o “pulo” de cidade em cidade de barco ou trem. Sem contar as 425 opções de excursões reunidas no site oficial da região (bodensee.eu). Há atrações para todos os tipos de turistas, como trilhas, esportes aquáticos, spas, passeios de barco e visitas a graciosas cidadelas e igrejas medievais. Para os mais corajosos e abastados, há voos a bordo de um zepelim, que descortina a região do Bodensee a partir do porto de Friedrichshafen. Dependendo do tempo do tour e da região a ser sobrevoada, é preciso desembolsar de € 200 a € 745 euros por pessoa.

Konstanz, o ponto de partida
Um roteiro que dá uma boa mostra dos encantos das redondezas inclui passeios pelas ilhas e províncias no entorno da cidade alemã de Konstanz, centro econômico e cultural da região, com 82 mil habitantes. No porto, dentro da água destaca-se, desde 1993, uma estátua relativamente sensual de 9 metros de altura e 18 toneladas. É a escultura de uma meretriz, Impéria, imortalizada no conto A Bela Impéria, de Honoré de Balzac, publicado no século 19. Por mais inusitado que pareça, a obra é uma homenagem às prostitutas que viveram de 1414 a 1418, durante o concílio que resolveu um longo cisma da Igreja Católica no Ocidente.
Esse trabalho do artista Peter Lenk causou polêmica entre religiosos e conservadores, já que em uma das mãos da voluptuosa moça está o imperador alemão e na outra, o papa.  A estrutura se movimenta e, em três minutos, dá uma volta completa em torno de si, permitindo que ela seja perfeitamente avistada não só das margens, mas também do lago.
Como ter habilitação para pilotar barcos é privilégio de poucos, aposte no aluguel de um pedalinho para conferir a vista da cidade vizinha Kreuzlingen, já na Suíça. Mesmo se tratando de um transporte simples, o instrutor dá uma série de avisos: “Não vá para a esquerda por causa da corrente do Reno, não entre no porto e cuidado com os barcos grandes”, explica. Um adesivo a bordo também ensina algumas medidas de segurança. Por exemplo: se o farol emitir luzes laranjas, que piscam intermitantemente, volte rápido para às margens, pois lá vem tempestade. Mas normalmente não há com que se preocupar, pois perigos como chuva e ventania são típicos do inverno. No verão, o lago, assim como o ânimo das pessoas, que, independentemente da idade, aproveitam ao máximo de calor fazendo piqueniques, circulando de barco e se jogando nas atividades oferecidas ao ar livre. Um clima bem diferente do inverno por essas bandas. Ali na vizinhanças do porto, ficam o Memorial Zepelim, em homenagem a Ferdinand Von Zeppelin (1838-1917), o inventor da engenhoca voadora, que nasceu em Konstanz, e o Concert Hall. Essa casa de espetáculos ocupa a área onde já existia a Konzilgebäude (edificação do concílio, em alemão), onde, 1m 1388, Martinho V foi nomeado papa. 


Tudo bem que no verão todo mundo só quer aproveitar a vida à beira do lago, mas dar uma andada pelo centro histórico – que abriga a Catedral Munster, na praça homônima, cercada de restaurantes e cafés, - é imprescindível, já que Konstanz é uma cidade relativamente atípica na Alemanha. É que grande parte de seu centro histórico é original, pois, por ficar colada à neutra vizinha Suíça, a cidade passou pela Segunda Guerra Mundial ilesa aos bombardeios. 
 De fato, a fronteira entre a alemã Konstanz e a suíça Kreuzlingen é praticamente imperceptível – daí que seria impossível bombardear uma sem atingir a outra. E se não fosse pelas formalidades típicas de fronteira, as duas cidades seriam uma só. Há apenas uma passagem que separa um lado do outro, com algumas placas apontando as regras alfandegárias, mas muitas vezes nenhum funcionário está presente para checar os documentos. É tudo tão junto e misturado que, mesmo de barco, o visitante pode precisar de um mapa ou procurar por uma bandeira hasteada para identificar a qual pais pertence a cidade que está vendo ou atracando.


Lado Suíço do Lago
         Em Kreuzlingen, a borda do Constança é uma espécie de parque, com playgrounds, pássaros e uma vasta vegetação. Há também uma torre de madeira com vista para a cidade e para Konstanz. Os olhos param quando se observa a parte norte da costa, que exibe um suntuoso burgo, de 1598. Completamente destruída durante a Guerra dos Trinta Anos (1618-1648), a edificação foi reformada com o estilo próprio do século 19 e, atualmente, abriga um centro didático e um restaurante.
No entorno do belo conjunto, adornando por fontes e gramados, há jardins e hortas onde são cultivados temperos, e cada plantinha, por menor que seja, tem uma placa com a devida descrição. Se enjoar da paisagem idílica, siga para a lagoa de sapos, bem em frente ao castelo. Dá para escutá-los coaxando – e, por meio de cartazes, aprender sobre as diferentes espécies – enquanto se passeia sobre as pontes de madeira sobre as águas. Parece peculiar, mas cai bem com a atmosfera com jeito de antigamente do lugar, que fica ainda mais bucólico com a companhia das inúmeras margaridinhas amarelas espalhadas pelos campos.

Para Lá e Para Cá de Barco
          Com a dose de calmaria já experimentada, é hora de começar a perambular por mais cidades e atrações do lago. Não importa se a partir da porção suíça ou alemã, um passeio com a Weiße Flotte (Frota Branca) é praticamente imperdível. A empresa suíça, alemã e austríaca reúne pelo menos 31 barcos de passageiros que ligam todas as cidades da região e transportam por ano 4,5 milhões de pessoas. Alem do transporte aquático propiciar um panorama muito mais bonito do que quando a viagem é feita de trem, o tour ainda fornece uma melhor noção da geografia do lago, cuja parte oriental é chamada de Obersee. Trata-se da região mais profunda, em que a água alcança 252 metros de profundidade. Já a porção ocidental é a Untersee.
           Se, por um lado, o início do passeio independe do país de origem, por outro, importa bastante em qual lado se decide almoçar ou jantar. Um indicador bastante confiável de que estamos na Suíça (que, apesar de usar moeda própria, o franco suíço, no arredores do Lago de Constança aceita o euro) são os preços bem mais salgados de lá. Esteja em mesas suíças ou alemãs, o fato é que não se deve deixar de provar o peixe felchen (pescada), proveniente do lago. Um bom lugar para isso é o Steg 4 Café-Bar, em frente ao porto de Konstanz. Alem de opções rápidas como pizzas, a casa oferece um pot-pourri de peixes da região, servidos com legumes ou salada verde. Sem contar a carta de sorvetes multicoloridos – o de creme com morangos é uma excelente pedida.
          A degustação da cerveja local, a Ruppaner, também é obrigatória. E, para os mais aficionados pela bebida, vale a pena uma passada na cervejaria Brauhaus Joh. Albrecht (Konradigasse 2). O típico estabelecimento oferece, alem da gelada produção própria, pratos alemães. Nas mesas ao redor, é comum ouvir conversas num alemão de sotaque mais cantarolado, com palavras e pronúncia bem diferentes. São os suíços que aproveitam não só as férias de verão do lado germânico, mas também os preços mais em conta. 


E quando o assunto é turista, a ilha alemã de Mainau, um dos pontos mais populares da região, tem do que se gabar. Todos os anos, passam por lá pelo menos 1,2 milhão de visitantes, que chegam de barco ou de ônibus. Este último – que pode ser usado gratuitamente por quem tem o “certificado de turista”, usualmente distribuído pelos hotéis – deixa o pessoal em terra firma, que precisa atravessar uma ponte de pedestres para alcançar a ilha.
Muitas Flores em Mainau
              Mesmo para quem não é muito fá de jardinagem, Mainau merece ao menos uma rápida visita. O lugar ostenta tantas flores que sua atmosfera não parece real, mas sim um colorido e pitoresco quadro. Na primavera, a paisagem é dominada por tulipas das mais diversas cores; no verão, as rosas roubam a cena. Nessas épocas de floração, o cheiro das plantas se espalham no ar, num ambiente que fica ainda mais encantador por conta da beleza dos Alpes emoldurando o cenário.
Na entrada do formoso jardim, os visitantes são recebidos com um arranjo enorme, que representa uma margarida com “corpo” e “rosto” de gente. Há uma profusão tão grande de flores, que, quando se vê um canteiro vazio, bate uma decepção. Ma isso não fica sem explicação, já que, em alguns pontos, há uma placa que diz assim: “Não pense que nosso jardineiro é desatento. Nosso jardim está sendo cuidado, mas as flores brotam em períodos diferentes”. Outro ponto alto da ilha é a estufa de borboleta, também “recheada” de plantas: são mais de 150 tipos. Vá com uma roupa fresca porque o ambiente reproduz fielmente a umidade e o calor de um ambiente tropical. Ali, as borboletas parecem não se assustar com os turistas nem com as lentes das câmeras, já que continuam voando de lá para cá e até pousam na cabeça de algumas pessoas. “São flores que voam”, disse uma senhora quando uma borboleta estacionou em seu boné. Depois, a mulher e os outros visitantes seguiram para um cano do complexo desprovido de toda beleza presente até então, mas nem por isso menos interessante: o varal de casulos. 

           O castelo de Mainau e sua igreja barroca são os próximos pit stops do roteiro.  Na ala esquerda do palácio ficam os aposentos da família Bernadotte – parentes da família real da Suécia e atuais donos da construção e da ilha – e, na direita, sempre há diversas exposições alem de um café-orquidário. Para os mais vidrados em jardinagem, há detalhes de como as flores são cultivadas e cuidadas. 
Bruxas e Tesouros
       Do porto de Mainau, a boa é seguir de barco para Meersburg, num trajeto que dura cerca de meia hora. Ao se aproximar da cidade alemã, já se avista a principal atração: o burgo que dá nome ao lugar. Após desembarcar, não há como não o encontrar, já que as românticas e estreitas ruelas conduzem direto ao castelo, que propicia uma verdadeira viagem à época medieval. Estima-se que as muralhas estejam lá desde o século 7 e que, a partir de 1.526, a construção tenha se tornado residência oficial do principado de Konstanz. Uma ponte com chão de pedra e grades de madeira conduz os visitantes ao interior do burgo. Antes de começar a circular pelos antiqüíssimos cômodos, porém, tome um café, acompanhado por algum dos diversos bolos caseiros, no Fürstliches Café, que fica junto ao castelo. Embora o salão de estilo barroco seja bem bonito, ele praticamente não é freqüentado por ninguém no verão.
               Bem ao contrário do terraço do castelo, que propicia vista para a cidade e as laterais do burgo e é o lugar mais disputado da construção na alta temporada. A subida até a torre, chamada de Dagobertturm, só pode ser feita na companhia de guias, que lá de cima mostram, pelas quatro janelas, onde está a Suíça, a Áustria e a Alemanha. O tour termina com uma passadinha na câmera de tortura, onde um vídeo exibe a história da perseguição às bruxas na Idade Media. A guia avisa: “Se esse não é seu tema favorito ou te  dá pavor, espere do lado de fora”. Apesar das engenhocas de tortura serem assustadoras, vale saber que elas não pertenciam inicialmente ao burgo.
             Tais equipamentos lá foram colocados depois de 1838, quando a propriedade passou para as mãos de Joseph Von Laßberg, uma importante figura local. Sua riqueza permitiu que ele levasse adiante um hobby: colecionar objetos da Idade Média, incluindo os sinistros aparelhos, entre os quais está uma balança de madeira usada para verificar o peso das bruxas. A ala dos tesouros, onde ficavam os livros sagrados e pinturas está atualmente um pouco vazia. Muitos objetos foram levados após as invasões napoleônicas ou se encontram no Neues Schloss (novo castelo). Esse é um casarão rosa acima do burgo. A vista de seus jardins para o lago e para a própria estrutura monumental de pedras do palácio é maravilhosa. 
            No porto, observe a Coluna Mágica, também do artista Peter Lenk, aquele da controversa obra Impéria, que fica em Konstanz. Na estátua de Meersburg, estão retratados a poetisa Annette Laßberg (irmã do antigo proprietário do castelo local, aquele que colecionava objetos de tortura) e Franz Anton Mesmer, descobridor do “magnetismo animal” ou mesmerismo, que se refere ao estado de uma pessoa a ser magnetizada. A poetisa é representada como uma gaivota, enquanto Mesmer tem um ímã nas mãos e está sobre um círculo no qual seus inimigos estão presos.



Outro Castelo em Mannenbach
         Embora o burgo de Meersburg seja incrível, há quem diga que o castelo mais bonito de todo o Lago de Constança seja o Schloss Arenenberg, no lado suíço. Para concluir se isso é verdade, é preciso ir até o vilarejo de Mannenbach. De Konstanz ou Kreuzlingen, no sentido Untersee, saem barcos para lá. A viagem é um pouco mais longa, cerca de uma hora, o que também se traduz numa excelente oportunidade para contemplar mais belezas à beira do lago.
          Se você for a Mannenbach fora da alta temporada, não se assuste, pois é bem capaz de encontrar poucas pessoas por lá. Em períodos assim, certamente haverá mais vacas e ovelhas nos campos próximos, que chamam tanto a atenção quanto os casarões locais cheios de floreiras na janela. Isso porque os animais, ao se movimentarem, fazem uma bela sinfonia por causa dos sinos que carregam no pescoço. Independente do movimento da cidade, não se perca do objetivo de visitar o castelo, o qual, localizado na parte alta da Mannenbach, propicia vistas magníficas do campo verde e pontuado por ovelhas. Também é vislumbrado lá de cima, mais uma vez, o onipresente lago azul. Por dentro, a construção também impressiona pelas pinturas e pelo classudo mobiliário que ainda conserva. 
            Aproveite a visita para almoçar no bistrô logo ao lado do palácio, que aceita pagamento em euro.     Naquelas cadeiras dispostas ao ar livre, não deixa de experimentar a “cerveja do kaiser”, praticamente impossível de ser encontrada em outra localidade. Se na hora de pegar o barco de volta for preciso esperar algumas horas, aguarde no bar-restaurante do Seehotel Schiff, ao lado do porto, cujas mesas de madeira e cadeiras com almofadas listradas na parte externa são ótimas para descansar as pernas e ocupar os olhos com uma aprazível vista das redondezas. No cardápio, há um menu- degustação de peixes da região (de €50 a €60 por pessoas) e, entre os pratos avulsos, existe uma seleção reduzida de sopas, saladas, tortas e sanduíches.

Como se tudo isso não fosse suficiente para atrair os visitantes, diversas cidades da região promovem grandes festas no verão. A maior e mais famosa é a Seenachtfest, em Konstanz, que em 2012 está marcada para o dia 11 de agosto e é  uma tradição que se repete desde 1949. Usualmente, na noite da comemoração, as portas da universidade e seu museus, filarmônicas e galerias permanecem abertas. Os três quilômetros à beira do lago viram cenário para grupos de teatro, músicos e encenações, e o ponto alto da noite é a queima de fogos, uma das maiores da Europa, sempre acompanhada de muita música. O movimento é intenso e, para driblar a muvuca, dá para assistir ao espetáculo luminosos nos barcos da empresa Weißen Flote. 


À beira do lago ou dentro dele, estando em águas alemãs, austríacas ou suíças, há inúmeras possibilidades para curtir o Bodensee, ou, em bom português, o Constança. Mas, no fim das contas, quem decide como e em que ritmo o versátil lago será desfrutado, especialmente no verão, é você. Pode-se bater perna e se apaixonar pelas cidadelas medievais, ficar com o queixo caído com a exuberância das tulipas e de outras flores, velejar, passear de barco, provar peixes locais,  andar de zepelim... Ou apenas contemplar a plácida paisagem (que até inclui rebanhos de ovelhas e gados) acompanhando o verão passar, o que invariavelmente deixa os moradores e turistas extasiados.

Almanaque
       De 1830 a 1837, o castelo situado em Mannenbach, na porção suíça do Lago de Constança, pertenceu a Hortense de Beauharnais, enteada de Napoleão Bonaparte e que foi rainha consorte da Holanda entre 1806 e 1810. Hortense era mãe de Luís Napoleão, que, em 1852, foi coroado imperador na França sob o nome de Napoleão III, função que desempenhou até 1870. Com a mãe, Luís Napoleão passou muitos dias de sua infância no castelo, mais tarde doado pela família Bonaparte ao Estado de Thurgau. Em retribuição, a região suíça criou um museu para celebrar os feitos de Napoleão.


Um comentário:

Perrenguete disse...

Irei para lá em setembro deste ano e gostei muito do seu post! São tantos lugares lindos que é difícil escolher onde ir. A ideia é dormir em Lindau e, depois, seguir por estas cidades (estaremos de carro) até uma cidade na parte da Floresta Negra, onde dormiremos. Será meio corrido, mas quero ver se conseguimos ver, ao menos, Constança, Mainau e Wasserburg. Vc indicaria alguma outra cidade imperdível? Parabéns pelo blog!

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